terça-feira, 6 de maio de 2014

"CAMINHO DE PERFEIÇÃO", SANTA TERESA DE JESUS (CITAÇÃO)


"Quem poderá afirmar que é ruim, se começarmos a rezar as Horas ou o rosário, que iniciemos pensando Naquele com quem vamos falar e em quem é que fala para saber de que modo O havemos de tratar? Pois eu vos digo, irmãs, se o muito que é preciso fazer para compreender essas duas coisas fosse bem feito, antes de começardes a oração vocal que ides fazer, teríeis dedicado bastante tempo à oração mental. Sim; não vamos falar a um príncipe com o descuido com que falamos a um lavrador ou a uma pobre como nós, para quem qualquer tratamento é adequado."


(Santa Teresa de Jesus, "Caminho de perfeição")

"CAMINHO DE PERFEIÇÃO", SANTA TERESA DE JESUS (CITAÇÃO)


"Mas, se quereis tratar com tão grande Senhor da maneira cabível, é bom que encareis Aquele com quem falais, bem como quem sois vós, ao menos para usar de cortesia. Porque como podeis chamar o rei de Alteza ou conhecer as cerimônias que se empregam para falar com uma grande personagem se não conheceis bem a Sua e a vossa condição social? Porque é de acordo com a dignidade, e conforme o uso comum, que se prestam as honras, sendo vital que também saibais disso se não quiserdes ser despedidas como simplórias, sem nada conseguir."


(Santa Teresa de Jesus, "Caminho de perfeição")

QUE É A ORAÇÃO MENTAL, SANTA TERESA DE JESUS


"CAPÍTULO 22
Declara o que é oração mental.

 
1. Sabei, filhas, que a diferença entre a oração mental e não-mental não está em ter a boca fechada ou aberta; se, falando, entendo perfeitamente e percebo que falo com Deus, concentrando-me mais nisso do que nas palavras que digo, estão juntas aqui a oração mental e a vocal. Isso assim é, a menos que vos aconselhem a falar com Deus, rezando o pai-nosso, ao mesmo tempo que pensam no mundo; nesse caso, calo-me."
 
 
(Santa Teresa de Jesus, "Caminho de perfeição")

sábado, 3 de maio de 2014

RECORDANDO DOM BOSCO


Jesus, eu só preciso da graça santificante na minha alma. Desde que eu a tenha, tira-me todo o resto.

sexta-feira, 2 de maio de 2014

O BOM LADRÃO


                        Em um texto recente, eu afirmei que todo murmurador é como o mau ladrão do evangelho. E que, na verdade, todos nós somos injustos, ladrões da glória de Deus. Não há justiça ou honestidade oponíveis a Deus. Diante de Deus, ninguém reclama com justiça. Toda reclamação ou murmúrio dirigidos a Deus são injustos.

 

                        Gostaria de avançar um pouco nessa meditação. Tenho para mim que todos nós estamos representados na paixão e morte do Senhor. A humanidade divide-se entre os dois ladrões, pois, repito, diante da inconcebível pureza de Deus, não há quem possa alegar inocência. (Se soubéssemos do que vamos prestar contas após a nossa morte, certamente surpreender-nos-íamos com o nível de exigência, lembra Santa Faustina. No Juízo Final, só teremos roubos a apresentar a Deus, pois até as nossas boas ações foi Ele quem fez em nós.) A única diferença é que uns têm consciência de que sofrem justamente – “para nós é justo. Ele, porém, não fez mal algum”, diz o bom ladrão –, outros, não. Ainda hoje diz o mau ladrão: “Se és o filho de Deus, salva-te a ti mesmo e a nós”. Quem sabe se ele não quer dizer: “salva a tua Igreja e a nós dos males deste mundo”?

 

                        O bom ladrão também pede o auxílio divino. Ele não é autossuficiente. Ele é consciente de que não tem boas obras em que se apoiar para reivindicar alguma coisa. Mas os seus olhos estão postos no reino vindouro, em realidades transcendentes, mais altas: “Lembra-te de mim quando vieres em teu reino”. O mau ladrão é imediatista. Primeiro, ele questiona, põe em dúvida, o poder de Cristo. Em seguida, ele pede alívio instantâneo, temporal, mundano: “salva-te a ti mesmo e a nós” [da cruz, da morte, do sofrimento neste mundo]. O mau ladrão não enfrenta o sofrimento com ânimo de reparação. O bom ladrão, sim. Aliás, completamente nu na cruz, preso pelas mãos e pelos pés, a única coisa que o bom ladrão poderia oferecer a Deus era a reparação, a aceitação da dor. Por isso mesmo, ele entrou no paraíso naquele mesmo dia. Mais do que isso: ele é um dos santos da Igreja, São Dimas.

 

                        Queixamo-nos de Deus pela desordem em que o mundo anda. Mas, quem violou a ordem querida por Deus foi o homem, não o próprio Deus, que não pode contradizer-se. É curioso o modo de o homem encarar o próprio pecado: “Ai, meu Deus! Eu não queria esse efeito, essa consequência do pecado que eu não tinha previsto!” Estranho esse comportamento, não?! Nós trazemos o pecado ao mundo, com suas consequências de múltiplas ordens, e nos queixamos de Deus por não impedir certas consequências dos nossos pecados. “Eu não queria que a minha desordem fosse tão desordenada!!”, “Eu não queria que a minha desobediência tivesse efeitos tão desastrosos!!”, pensamos. Ora, quando Deus proibiu o pecado, Ele o fez sabendo de todas as suas múltiplas consequências, inclusive aquela de atingir pessoas inocentes. Deus não é culpado de o bêbado atropelar e matar uma velhinha indefesa. Ou era obrigação do anjo da guarda da velhinha desviar o carro com as próprias mãos?

 

                        Os efeitos danosos do pecado são uma espécie de ação livre na causa. Ao cometermos o erro, somos responsáveis também pelos seus efeitos. Não é incumbência divina ficar tolhendo os efeitos de nossos atos de desobediência. Creio até que Deus o faça inúmeras vezes, por liberalidade, mas não há um direito nosso, oponível a Ele, a respeito disso.

 

                        O pecado é uma espécie de estelionato. O diabo, quando nos propõe uma ação má, o faz como o golpista que quer vender-nos o falso bilhete premiado da loteria. Ele promete uma realidade mundana ilusória, uma vantagem próxima falsa, contando também com uma certa malícia nossa, cupidez, propensão para o mal. O fruto da árvore da ciência do bem e do mal possuía bom aspecto. Comprado o bilhete falso, a ilusória alegria prometida, o pecador iludido não só deixa de lucrar o prêmio, como tem diminuído o seu verdadeiro patrimônio, a graça de Deus em sua alma. Saboreado o fruto da árvore da ciência do bem e do mal, Adão e Eva não só não se tornaram deuses, como ficaram nus, pois antes a graça de Deus os vestia.

 

                        Nem sempre nos damos conta disto: o demônio cobra, e caro!, de quem quer trabalhar para ele. Ao invés de retribuir, ele cobra, ele engana, ele rouba. Ele arromba as portas da nossa alma, roubando-nos tudo o que ali temos de mais precioso, e não deixa nada. Os dois ladrões estão nus.

 

                        Deus ao contrário, que já nos deu tudo, recompensa-nos por trabalhar para Ele. 10, 20, 30, 100 por um!

 

                        O direito contempla a hipótese de deserdação por ingratidão. No plano espiritual acontece algo semelhante: toda vez que pecamos usamos os bens que nos foram doados por Deus contra o próprio doador. Toda pecado é uma ingratidão, uma ofensa ao Doador de todos os dons. Nada mais justo seria que fôssemos deserdados.

 

                        Até para pecar nada usamos de próprio. Tudo o que usamos no pecado nos foi doado por Deus: o corpo, a memória, a vontade, os bens. Todos os dons nos foram doados para o louvor da glória de Deus, mas nós os empregamos para o nosso próprio deleite. Somos ou não usurpadores? Somos ou não somos ladrões?

 

                        Mas eu não digo essas palavras para desanimar ninguém. E não as digo como quem se encontra em melhor situação espiritual. Ao contrário, faço-o como doutor honoris causa em pecado. Digo-o apenas para lembrá-los e, ao lembrá-los, lembrar-me de que até o último momento podemos tornar-nos o bom ladrão. Não seremos felizes buscando a nossa própria glória, buscando-nos a nós mesmos, pois isso não é amor. Seremos felizes buscando um Outro, a glória de Outro, para que todos nós e tudo quanto existe está pré-ordenado. Deus, que é o próprio amor em Três Pessoas que se amam, estabeleceu que nos salvemos pelo amor.

 

 

Paul Medeiros Krause

terça-feira, 29 de abril de 2014

MEMÓRIA DE SANTA CATARINA DE SENA

Hoje, a Igreja faz memória de Santa Catarina de Sena, virgem, doutora da Igreja, pertencente à ordem terceira dominicana, padroeira principal da Itália ao lado de ninguém menos que São Francisco de Assis.
 
É dela a seguinte frase: "Quem respeita Maria, seja santo ou pecador, não será levado pelo demônio infernal." ("O diálogo")
 
Gustavo Corção, talvez o meu autor predileto, traz no seu único romance, na sua única obra de ficção, "Lições de abismo", no dístico ou página de homenagens, este pensamento da santa que era uma das de sua  predileção: "Não encontrarás repouso verdadeiro a não ser no sangue..."
 
Que Santa Catarina de Sena interceda por nós, em especial os devotos de Maria e do santo rosário!

segunda-feira, 28 de abril de 2014

O CALVÁRIO DE BERNARDO E O MEU


            Em primeiro lugar, quero fazer saber ao leitor que me sinto indigno de dirigir-lhe a palavra. Se há alguém que não sabe do que fala, esse alguém sou eu. Este texto não é manifestação da minha sabedoria; ao contrário, o é da minha intemperança. Os insensatos gostam de falar do que não sabem. Falam mais por gosto do que por conhecimento ou competência. É este o caso. Eis a manifestação da minha intemperança ou verborragia incontida.

 

            Contudo, ainda assim, gostaria de atrever-me a dirigir-lhe a palavra a propósito de algo sobre que penso algumas vezes: a dor, o sofrimento. A dor é um mistério. Por vezes, causa um incômodo inaudito, insuportável. Aparentemente, o sofrimento é um acontecimento ilógico, uma contradição da natureza, um paradoxo divino. Se Deus ama-nos e é onipotente, por que permite o sofrimento?

 

Há quem diga que a Igreja Católica gosta de incutir nas pessoas o sentimento de culpa. Há quem afirme que a Igreja de Roma vê mal em tudo e em todos e que seja vítima de terrível pessimismo. Ouso pensar de forma contrária. Se há algum excesso no catolicismo, é de otimismo.

 

            A minha desconfiança, por vezes, é a de que a Igreja não nos conta toda a verdade. Ou, pelo menos, não insiste tanto nela. Não que ela, a Esposa de Jesus Cristo, seja desonesta conosco, longe disso. A minha sensação é a de que ela não quer esmagar-nos, desanimar-nos. Ela não revela logo ao doente toda a gravidade da sua doença. A minha suposição é a de que a realidade do pecado é muito mais grave, desesperadora e terrível do que imaginamos.

 

Somente quem não se conhece suficientemente e ignora a gravidade do que seja um simples pecado venial, pode achar que sofre injustamente. Só quem não conhece a própria malícia e não faz a ideia mais pálida que seja da pureza inconcebível de Deus pode chegar ao tresloucado e disparatado ato de dizer que sofre injustamente. Essas pessoas – e eu mesmo quando me queixo das minhas unhas encravadas! – são o mau ladrão do Evangelho, que, mesmo sendo bandido, queixa-se a Cristo por estar sendo crucificado. Aquele ladrão queixoso, que tanta revolta nos causa!, somos nós: todo murmurador é um mau ladrão! Ladrões, usurpadores da glória de Deus, todos somos pelo pecado. Mas podemos escolher ser o bom ladrão.

 

Quanto a isto estou plenamente convencido: não há quem sofra injustamente. A não ser Cristo e Nossa Senhora, todos pecamos. O pecado é uma realidade gravíssima. Causa uma desordem tal na nossa relação com Deus, na nossa relação com os outros homens, na nossa relação com nós mesmos e com a natureza que não somos capazes de imaginar. Basta dizer que é uma ofensa a um ser infinito, Deus. Ora, uma ofensa a um ser infinito, por imperativo de justiça, exige uma reparação infinita. Qualquer sofrimento que tenhamos, por maior que seja, é insuficiente para reparar as ofensas que fazemos a Deus. Respeito quem pense o contrário. Mas permita-me dizer-lhe que padece de uma cegueira brutal. Acredite: a realidade é que você sofre pouquíssimo, bem menos do que merece!

 

            Assim, a primeira conclusão a que chego é a de que nenhum sofrimento é injusto. Que ninguém se atreva a queixar-se. Oferecendo o seu sofrimento a Deus como reparação dos seus pecados, você ainda é um devedor falido que não tem com que pagar a sua dívida. O Evangelho afirma isso.

 

            O segundo ponto das minhas reflexões é: o sofrimento é um ato de confiança de Deus no homem. Ao permitir-nos sofrer, Deus mostra-nos que não somos feitos de açúcar. Mais do que isso. Ele revela-nos que somos meninos mimados, que, na verdade, são muito mais capazes de sofrer do que imaginam. O nosso limite, o limite do suportável, vai muito além do que pensamos ou do que gostaríamos. Mas é nesse muito além que brotam os atos de heroísmo.

 

            O caso do menino Bernardo, pelo que se supõe, assassinado pelo pai e pela madrasta, em um primeiro momento, desconcerta-nos, aflige-nos, deixa-nos perplexos. O mistério da iniquidade, o mistério da maldade trava-nos o raciocínio. Quebra-nos as pernas. Corta-nos as asas. Prostra-nos.

 

            Não há dúvida de que a história trágica, dilacerante, de Bernardo esmaga-nos. Deixa-nos moídos, despedaçados. Contudo, não me soa irrazoável supor que diante da grandeza do paraíso de que ele agora goza, e que é eterno, todo o seu mal na terra não passou de umas cócegas, de uma coceira.

 

            Será que nós meditamos de fato no que alguns teólogos dizem: a menor pena no purgatório é maior do que o maior sofrimento da terra? Assim, não estará Deus, muitas vezes, trocando uma pena maior no purgatório por uma pena menor nesta terra? Será que temos bem presente o que dizia São Paulo, que o prêmio da vida futura não tem proporção, não tem parâmetro de comparação com os males da vida presente?

 

            Não nos enganemos: todo pecado exige reparação. A Igreja ensina que quando recebemos a absolvição na confissão a nossa culpa é perdoada, mas não a nossa pena temporal no purgatório. Além disso, a esse mundo governado pelo egoísmo e pelo individualismo, é bom recordar: vivemos a comunhão dos santos. Uma alma que se eleva, eleva o mundo. Uma alma que cai, faz cair o mundo. Estamos ligados uns aos outros por uma espécie de comunhão ou linha invisível. Cristo poderia ter reparado todas as nossas penas no purgatório, a sua paixão era suficiente para isso, mas ele não concedeu essa graça de forma automática. É possível obter a reparação integral da pena temporal por meio das indulgências plenárias. Mas não são todos os que recorrem a esse tesouro espiritual depositado nas mãos da Igreja. Tudo indica que uns reparam pelos outros. Parece absolutamente certo que algumas pessoas reparam em lugar de outras. É bem possível que seja o caso de Bernardo. Se com Cristo foi assim, por que não seria conosco? Se Deus assumiu a condição humana, por que não assumiríamos em parte a paixão divina? Se Deus se solidarizou conosco, por que não nos solidarizaríamos com ele e com os outros homens?

 

            Como quer que seja, Simão Cirineu grita-nos alguma coisa. A paixão de Cristo é suficiente para eliminar toda a nossa culpa e toda a nossa pena. Mas Deus, nos insondáveis mistérios da sua Providência, quis que Simão Cirineu, na verdade, toda a humanidade, se lhe associasse, de alguma forma, no caminho do calvário. Deus quis que participássemos, de alguma maneira, do calvário. Notemos que o Cirineu não se ofereceu. Ele foi obrigado a carregar por alguns momentos a cruz de Cristo. Talvez aquela gota de água derramada no cálice de vinho do ofertório signifique a nossa minúscula participação no sofrimento redentor de Cristo.

 

            Convido o leitor a fazer um pouco de discernimento dos espíritos. Observemos bem como são as obras de Deus: elas são como um banho frio. No começo, o banho frio é incômodo e difícil; no meio, acostumamo-nos a ele; no final e depois do final, dá mais prazer e mais duradouro do que um banho quente. As obras de Deus causam-nos um desconforto no instante inicial e uma paz longa e duradoura no final e após o final. Assim é a quaresma. Assim é a nossa vida, que é uma espécie de quaresma, de prelúdio da páscoa definitiva.

 

            As obras do demônio funcionam de modo inverso: o prazer máximo, por curtíssimo instante, vem no começo; no meio da ação, já estamos enjoados; no final e após o final, sentimos um amargor perene. Por um prazer de cinco minutos, desgraçamos a nossa vida inteira. Assim é o pecado. Assim é a vida de pecados, a que se segue a insatisfação eterna, o inferno de tormentos.

 

            Não sei se alguém já observou que o tempo pascal é superior em número de dias ao período da quaresma. E por ensinamento do próprio Santo Agostinho são desestimulados o jejum e as penitências corporais no período pascal, que é como que o dia de páscoa estendido até pentecostes.

 

            Vendo por esse prisma, a quaresma, a exigência de mortificação, soa quase como uma brincadeira de Deus. Ele pede-nos uma privação de quarenta dias, para depois dar-nos um período de festa de cinquenta dias!...

 

            Mas essa é a lógica de Deus. Atrevo-me a dizer que o sofrimento é uma brincadeira de Deus com os homens. Há uma tal desproporção entre o sofrimento e a recompensa, que diante desta aquele é uma cócega, apenas uma coceira.

 

            Se observarmos bem, esse tempo quaresmal, com seus quarenta dias que são uma figura da nossa vida, da nossa penosa peregrinação rumo ao paraíso, é uma pausa restauradora. A Igreja em sua sabedoria demarcou um tempo nem exageradamente extenso, nem demasiadamente curto. Em quarenta dias é possível começar a arrancar os maus hábitos, a sair da má rotina, a puxar pela raiz os vícios, a dar ao corpo uma espécie de convalescença pelas surras que levou dos próprios pecados.

 

            A nossa vida, por decreto divino, também não será excessivamente extensa nem excessivamente curta. A nossa vida, a nossa vida amarga, o nosso desterro de misérias, a nossa quaresma personalíssima prepara-nos para uma páscoa de bem mais de cinquenta dias.

 

            Voltemos ao pensamento de São Paulo. Os sofrimentos dessa vida não têm comparação com a recompensa futura. Aguarda-nos o banquete pascal da eternidade. O sofrimento é uma brincadeira de Deus.

 

Paul Medeiros Krause
Procurador do Banco Central em Belo Horizonte
No dia de São Luís Maria Grignion de Montfort
Véspera de Santa Catarina de Sena, doutora da Igreja e padroeira da Itália
28 de abril de 2014