quarta-feira, 17 de fevereiro de 2016

6.º ANIVERSÁRIO DO GRUPO DO ROSÁRIO




Transcorreu muito bem o 6.º aniversário do Grupo do Rosário, do rosário da Catedral de Nossa Senhora da Boa Viagem, em Belo Horizonte. Junto à cátedra do arcebispo e, em especial, pelo bem espiritual de nossa arquidiocese, há seis anos ininterruptos rezamos todos os sábados, sem exceção, o rosário completo. É uma grande graça de Deus. Agradecemos a presença de todos. Foi uma manhã muito alegre!
 
 
 
 
Neste ano de 2016, se Deus quiser, faremos como sempre a nossa romaria a São João del-Rei em honra de Nossa Senhora do Rosário, no mês de outubro, com a finalidade também de encontrarmo-nos com os nossos irmãos da Venerável Confraria de Nossa Senhora do Rosário de São João del-Rei, a mais antiga irmandade de Minas Gerais, fundada em 1708.
 
 
 
 
Permitindo Deus, faremos também neste ano: o Pequeno Cerco de Jericó, de 1.º a 7.º de maio, com a recitação diária do rosário completo diante do Santíssimo exposto, em igreja ainda a ser definida. Provavelmente, na Boa Viagem ou na Igreja do Carmo, do Carmo-Sion.
 
 

  
Em julho, promoveremos uma campanha de imposições do escapulário, por ocasião da Festa de Nossa Senhora do Carmo, em 16 de julho.
  
 
 
 
Em agosto, em preparação ao grande dia do patriarca São Domingos de Gusmão, criador da oração do rosário e seu principal divulgador, faremos uma belíssima novena em sua honra, para bem celebrarmos a sua festa no dia 8 de agosto.
 
Rogai por nós, glorioso pai São Domingos.
 
Para que sejamos dignos das promessas de Cristo. Amém!
 
Paul Medeiros Krause

sexta-feira, 12 de fevereiro de 2016

QUERO CONHECER MELHOR

De fontes variadas chegam-me informações importantes sobre três personalidades que pretendo conhecer melhor. Penso que valeria a pena a todos nós conhecê-los mais profundamente. São eles:
 
1.º) Dom Geraldo de Proença Sigaud, SVD, verbita, belorizontino de boa cepa, de família tradicional, já falecido, foi arcebispo de Diamantina, conservador, ferrenho combatedor do comunismo, autor de um "Catecismo Anticomunista" e de uma bela carta pastoral contra o comunismo, bastante crítico às posturas de Dom Hélder Câmara, diante de quem fez o contraponto, segundo consta, com bastante energia e competência, na imprensa e no Concílio Vaticano II. Fundador da TFP ("Tradição, Família e Propriedade"), da qual se afastou posteriormente, em razão do tradicionalismo exacerbado de Dom Antônio Castro Mayer e Plínio Corrêa de Oliveira, seus co-fundadores, que não aceitaram o Concílio Vaticano II;
 
2.º) Dom João Evangelista Martins Terra, S.J., jesuíta, teólogo e biblista de renome internacional, bispo auxiliar emérito de Brasília, trabalhou com Joseph Ratzinger na Sagrada Congregação para a Doutrina da Fé (Pontifícia Comissão Bíblica), especialista em angeologia, com três doutorados, um deles sobre a "A Angeologia de Karl Rahner à luz dos seus princípios hermenêuticos", possui um site que não sei se está ativo: www.domterra.supralus.com. Tenho um livro seu muito interessante (ele escreveu mais de duzentos!) chamado "O itinerário teológico de Bento XVI";
 
3.º)  Francisco Javier Hervada Xiberta ou simplesmente Javier Hervada, jurista, filósofo e professor espanhol, ao que consta, grande defensor do realismo jurídico clássico, crítico ao positivismo normativista e ao pós-positivismo.
 
São benvindos comentários e informações adicionais.
 
Paul Krause 

quinta-feira, 4 de fevereiro de 2016

6.º ANO DO ROSÁRIO DA CATEDRAL DA BOA VIAGEM


O Grupo do Rosário com a Confraria em São João del-Rei


Prezado amigo, prezada amiga,

Gostaria de convidá-lo para o 6.º aniversário do rosário da catedral. Foram 6 anos de recitação ininterrupta do rosário, dos quatro terços, durante todos os sábados de cada ano. Não houve um único sábado sem o rosário, nem mesmo em feriados ou férias. É uma grande graça de Deus, já que os tempos andam difíceis e a Mãe de Deus em suas aparições anda exigindo a reza do terço.

A comemoração será simples. Será rezando o rosário, como sempre fazemos. E no final distribuiremos aos presentes o livro "Teologia da Libertação", do Prof. Felipe Aquino, pois é necessário conhecermos o nosso pior inimigo, que vem devastando a Igreja e a sociedade brasileira.

Conto com a sua presença.

Convide os seus parentes e amigos. Caso você não possa ir, reze por nós de onde estiver e quando puder. Desde já incluímos você, as suas necessidades e intenções nas do rosário daquele dia.

Será no próximo dia 13/2/2016, sábado, às 9:00 horas da manhã, em frente à imagem de Nossa Senhora do Rosário de Fátima, do lado externo esquerdo da Catedral de Nossa Senhora da Boa Viagem em Belo Horizonte (MG).

Um grande abraço,

Paul

quarta-feira, 3 de fevereiro de 2016

VISITA A GUSTAVO CORÇÃO


Gustavo Corção Braga



No dia 30 de janeiro, tive a alegria de visitar um amigo de longa data. Já erámos amigos, eu já havia lido as suas cartas, isto é, alguns de seus livros, mas nunca havíamos nos encontrado pessoalmente. Visitei o túmulo de Gustavo Corção Braga, o grande e destemido pensador católico, autor brasileiro da minha predileção, no Cemitério São João Batista, no Rio de Janeiro.

Ao chegar, pedi informações à administração do cemitério. Disse que pretendia visitar o túmulo de um escritor e disse-lhe o nome. O funcionário abriu o livro dos mortos famosos, dos túmulos mais visitados. Advertiu-me que os túmulos mais procurados são os do Cazuza e da Marília Pêra. Modesto e avesso aos aplausos do mundo, Corção não estava ali. A pesquisa deveria seguir o método usual destinado aos reles mortais: a indicação da data do óbito ou do enterro e o nome completo do falecido. Não houve problema, pois eu dispunha de tais informações.

O número do jazigo chamou-me logo a atenção. Contém dois números que podem muito bem ser considerados “agostinianos”, por assim dizer. O “13” e o “430”. 13 porque Aurélio Agostinho, o célebre bispo de Hipona, nasceu em 13 de novembro de 354. “430” porque ele faleceu no ano 430. Tal coincidência, que poderia ter passado despercebida, não me escapou. E logo me dei conta de que o coração atormentado e ardente de Corção muito se assemelha ao  do grande africano, cuja conversão também fora intelectual, assim como a sua. A conversão de ambos foi a culminância de um percurso, de um caminho, de um trajeto intelectual de busca da verdade.

Mais ainda. Como Santo Agostinho, Corção possui as suas “Confissões”, “A descoberta do outro”. E a sua obra magna também é a sua “Cidade de Deus”, “Dois amores – duas cidades”, que, por sinal, parece uma continuação formidável do inigualável trabalho do doutor da Graça.

Como o eminente doutor da Igreja, Corção não prescinde da sinceridade, da espontaneidade e, ao mesmo tempo, do rigor da forma. Do esmerado cultivo da palavra, da arte de escrever. Não lhe parece suficiente transmitir a verdade ou o que lhe parecer ser a verdade. Importa-lhe fazê-lo com a máxima arte possível. Para ele, a beleza não é supérflua. E não deve ser mesmo, pois um russo já profetizou que a beleza salvará o mundo...

Encontrei, afinal, o túmulo simples e sóbrio de Corção, simples e sóbrio como ele próprio. Ali rezei o quinto mistério gozoso, o do reencontro de Nossa Senhora e de São José com o Menino Jesus ensinando aos doutores, no templo. Tenho hábito de meditar nos frutos de cada mistério do terço. O fruto que se costuma considerar no quinto gozoso é a sabedoria. Pois bem. Ali, diante do mestre, que não está morto, mas está vivo em Deus fruindo o merecido repouso da eternidade depois de tão árduos combates, de tão duras lutas, pedi a Deus e, por que não dizer, também a ele, a sabedoria. Ele que também ensinou a tantos e ainda ensina. Ele, esse grande amigo e apaixonado pela sabedoria.

Pedi também, amável leitor, a Deus Nosso Senhor que faça o país amadurecer e tornar-se capaz de identificar no meio dos escombros os seus verdadeiros heróis, os homens e mulheres representativos, que realmente edificaram a sociedade na rocha dos valores, que a sedimentaram na elevação do espírito, e ser-lhes eternamente grato. Pedi a Deus que cure os nossos olhos da cegueira, as nossas mentes da estultice e o nosso coração da ingratidão.
 
Paul Medeiros Krause

sábado, 16 de janeiro de 2016

SUGESTÕES DE LEITURA

Novas sugestões de leitura:
 
- "Tiempo y vida de Santa Teresa", de Efrén de la Madre de Dios y Otger Steggink, BAC Maior. Considerada pelo Padre Paulo Ricardo a melhor e mais completa biografia de Santa Teresa de Jesus. Salvo melhor juízo, a melhor biografia de São João da Cruz também é deles: "Tiempo y vida de San Juan de la Cruz", também da BAC Maior;
 
- Obras completas de Teresa de Jesus, Edições Carmelitanas, OCD, juntamente com a Loyola;
 
- "São Bernardo de Claraval - testemunha do seu tempo perante Deus", de ninguém menos que o grande Henri Daniel-Rops, autor da portentosa "História da Igreja", em dez volumes, e eleito para a Academia Francesa em 1955;
 
- "Os anjos", de Pedro Barreto Celestino, da Quadrante. Expõe com profundidade e precisão a doutrina da Igreja sobre os anjos (traz muitas informações interessantes e surpreendentes). É incrivelmente completo, apesar do reduzido tamanho;
 
- "Conversa em Sol Menor: Memórias recolhidas", Gustavo Corção, Agir: reunião de artigos memoráveis que trazem belíssimas confidências do grande autor. A obra foi elaborada pela Agir em convênio com o Instituto Nacional do Livro do Ministério da Educação e Cultura. Como se vê, o MEC já teve bons tempos! 

segunda-feira, 28 de dezembro de 2015

SOLENIDADE DE SANTA MARIA MÃE DE DEUS

RECORDANDO AOS CATÓLICOS (DIVULGUEM PARA OS SEUS AMIGOS):

O dia 1.º de janeiro é santo de guarda, dia de preceito, de assistir obrigatoriamente missa inteira. Trata-se da Solenidade de Santa Maria, sob o título de Mãe de Deus, justamente o seu título mais honroso e importante. A missa do dia 31 de dezembro à noite vale para cumprir o preceito.

Com certeza, é justo, agradável e necessário agradecer a Deus pelo ano que passou e pedir pelo que chegou. Mas há um motivo maior para ir à missa: "Theotókos" (a Mãe de Deus), conforme proclamado pelo Concílio de Éfeso em 431 d.C.

Feliz Ano Novo!

terça-feira, 22 de dezembro de 2015

INDULGÊNCIAS PLENÁRIAS

Complementando o 'post' anterior, para receber uma indulgência plenária é preciso atender às condições gerais, que são as mesmas para qualquer delas, e realizar a obra indulgenciada. Esta é que varia. As condições gerais são sempre as mesmas.
 
Eis as condições gerais:
 
- desapego de todo pecado, inclusive pecados veniais;
 
- estar em estado de graça pelo menos no fim do cumprimento das obras prescritas;
 
- fazer uma confissão individual, em dia próximo ao da realização da obra indulgenciada;
 
- receber a comunhão, podendo ser em celebração da palavra. Não é obrigatório que seja em missa;
 
- rezar pelo menos um Pai-Nosso e uma Ave-Maria nas intenções do Papa.
 
No mesmo 'post' anterior eu referi a bênção "Urbi et Orbi", a Roma e ao mundo, do Sumo Pontífice, recebida inclusive por meio da televisão ou do rádio. Esse é um exemplo de obra indulgenciada.
 
Outros exemplos de obras indulgenciadas:
 
- passar pelas portas santas no Ano da Misericórdia, iniciado em 8 de dezembro de 2015, cumprindo as condições específicas fixadas;
 
- visitar lugares sagrados a que a Igreja concede esse privilégio, nos dias próprios, se tiverem sido fixados, ou em qualquer dia;
 
- visitar a igreja paroquial no dia 2 de agosto, dia da indulgência da porciúncula, e no dia do santo padroeiro, rezando ali pelo menos um Pai-Nosso e um Credo (note-se: tais orações não dispensam as pelo Sumo Pontífice);
 
- recitar um terço completo, sem interrupção, na igreja ou oratório ou em família, na comunidade religiosa ou em piedosa associação;
 
- fazer meia hora de adoração ao Santíssimo Sacramento;
 
- fazer meio hora de leitura meditada da Bíblia;
 
- fazer a Via-Sacra diante das estações legitimamente eretas;
 
- primeira comunhão ou primeira missa de um sacerdote: tal benefícios é concedido tanto àquele que faz a primeira comunhão, como ao recém-ordenado sacerdote, como aos fiéis que piedosamente assistem a tais celebrações;
 
- visita ao cemitério na semana dos mortos, isto é, do dia 1.º a 8 de novembro, rezando ali pelo menos um Pai-Nosso e um Credo;
 
- visita a igreja ou oratório no dia de finados, rezando ali pelo menos um Pai-Nosso e um Credo. Essa obra indulgenciada e a anterior somente confere indulgência aos mortos. Estas, em regra, podem ser oferecidas em favor da própria pessoa que cumpre as condições ou de algum falecido. Não pode ser oferecida em favor de outra pessoa viva que não a que realiza as condições. Contudo, nesta hipótese e na anterior, o benefício é concedido apenas aos falecidos;
 
- visita de igreja ou oratório de religiosos na festa do seu fundador, rezando aí o Pai-Nosso e o Credo;
 
- ao fiel que na sexta-feira santa toma parte piedosamente da adoração da Santa Cruz na solene ação litúrgica;
 
- ao fiel que renovar as promessas do seu batismo, em qualquer fórmula de uso, se o fizer na celebração da Vigília Pascal ou no aniversário do seu batismo;
 
- ter rezado, para esse fim, algumas orações habitualmente durante a vida e recitá-las na hora da morte, de preferência segurando um crucifixo ou uma cruz (indulgência em artigo de morte: exceção à regra de que somente se pode receber uma única indulgência plenária por dia), na ausência de sacerdote. Havendo sacerdote, ao administrar os sacramentos ao fiel em perigo de vida, deve ele comunicar ao moribundo a bênção apostólica com indulgência plenária.